sexta-feira, 8 de abril de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
Can you hear me?
During my long professional journey working for organizations, in most of the time focused on training and developing people, I could realize that, while defining the annual training program, effective communication was a key competence always required by leaders as a skill to be continuously improved . Experience has demonstrated that, although leaders usually say they value a clear communication and practice an open-door dialogue with their teams, side-effects of miscommunication in hard times frequently arise and no one recognizes them.
After reading Bakhtin and his concepts of dialogue and dialogism I concluded that my findings of reasons why it happens make sense. Leaders, including educators, need to focus on listening and interpreting their audience taking into account all aspects involved in the author's conception and the context at the right moment in which the dialogue happens.
Having a broadened understanding of the subject in question by both leader and employee, respecting the differences, surely positive results from the dialogue will appear, on a gain-to-gain basis.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Além da Fronteira da Língua: a Cultura
![]() |
| Êta mundo bão! |
Indo além da mágica que a língua comum proporciona a nós enquanto viventes de um mesmo teto, imagina a riqueza e o poder que o domínio de outros idiomas pode nos proporcionar, o tamanho da nossa evolução quando interagimos com outros povos e culturas, o contato com o diferente e diverso que esta interação global pode promover.
Aprender o idioma inglês é o início desta conquista e por isso é essencial e básico desde sempre para que todos tenham acesso a oportunidades iguais e possam decidir por eles mesmos até onde querem chegar, vivenciar e explorar deste mundo tão longe e tão perto, ao mesmo tempo.
Vivenciar o inglês e com ele alcançar outras culturas é ainda mais grandioso. Quando chegamos a este ponto, percebemos que o idioma inglês apenas abre as portas, deixando-nos ir mais além através dos signos teoricamente equivalentes ou visualmente comuns, mas que podem carregar significados muitos mais amplos e complexos quando analisados dentro do contexto cultural e pessoal do falante.
Esta mútua constitutividade é apresentada por Bakhtin, podendo ser de certa forma comprovada quando ele disse que ..."Nesse encontro dialógico de duas culturas elas não se fundem nem se confundem, mas elas se enriquecem mutuamente."
Posso dizer que pude viver esta magia e descoberta quando conheci uma grande amiga e parceira de estudos, durante meu último intercâmbio. Naquele momento de interação Brasil-Japão, em terras do Tio Sam, descobrimos juntas que a palavra "maybe" apesar de ter o mesmo sentido formal em inglês para ambas, quando inserida no contexto cultural de cada uma, poderia ter interpretações diferentes. De minha parte, expliquei que para os brasileiros, quando usamos a palavra "maybe", há 50% de chance de ser sim e 50% de chance de ser não, mas que vemos como positivo, uma possibilidade de ser sim, pois o brasileiro nunca perde a esperança. Já na explicação dela, quando um japonês diz "maybe" provavelmente é um não de forma educada, pois se ele tem real interesse já expressa de imediato. Se a resposta não for sim de primeira, e usar o "maybe", não deve ter esperanças de ser um sim.
Acho que esta experiência tem tudo a ver com o que a prof. Claudia Hilsdorf compreende e traz em seu livro, através das palavras de T. M. Maher e suas próprias, sobre a cultura ser "um processo ativo de construção de significados, que nos leva a definir palavras, conceitos, categorias, valores, e nos permite viver no mundo, estabelecendo relações com o outro." (Rocha, 2012, p.85 Reflexões e \propostas sobre Língua Estrangeira no Ensino Fundamental I: plurilinguismo, multiletramento e transculturalidade).
Êta mundo bão!
sábado, 30 de janeiro de 2016
De volta ao presente, resumindo o passado.
Olá, queridos amigos, depois desta longa temporada de férias (na teoria), estou de volta a nossa rotina de encontros "blogais" (acabei de inventar, com a permissão da transculturalidade linguística).
Durante este mês que está quase acabando, estou aproveitando para fazer um estágio de aulas num modelo da metodologia não linear, para aprender um pouco mais sobre as infinitas formas de ensinar. Adoro tudo o que é diferente, fora do padrão, pois acredito no poder que a diversidade tem de abrir nossa mente e nos ajudar a ser mais criativos e compreensivos, com certeza. Apesar de o termo tolerante ser usado como uma competência relacionada à diversidade, eu não o vejo como uma qualidade, pois não representa transformação interior, apenas um esforço de atitude. Compreensão é um termo mais completo e digno neste caso.
Recebi um vídeo no início deste ano que gostei muito, pois representou meu aprendizado, conquistas e crescimento durante o ano de 2015.
Só tenho a agradecer a Deus pelo caminho proposto e explorado até aqui. Este caminho me mostrou um outro mundo interessante que até então eu não havia conhecido de fato, mas que estava dentro de mim desde sempre, guardado entre as "caixinhas de Platão", congelado por razões que transcendem minha capacidade de entendimento. Mas posso dizer que chegou na hora certa.
A lista de projetos e sonhos para 2016 já está definida e planejada. Que venham os novos desafios para que eu possa compartilhar com vocês.
Que seja um ano de grandes conquistas a todos!
Durante este mês que está quase acabando, estou aproveitando para fazer um estágio de aulas num modelo da metodologia não linear, para aprender um pouco mais sobre as infinitas formas de ensinar. Adoro tudo o que é diferente, fora do padrão, pois acredito no poder que a diversidade tem de abrir nossa mente e nos ajudar a ser mais criativos e compreensivos, com certeza. Apesar de o termo tolerante ser usado como uma competência relacionada à diversidade, eu não o vejo como uma qualidade, pois não representa transformação interior, apenas um esforço de atitude. Compreensão é um termo mais completo e digno neste caso.
Recebi um vídeo no início deste ano que gostei muito, pois representou meu aprendizado, conquistas e crescimento durante o ano de 2015.
Só tenho a agradecer a Deus pelo caminho proposto e explorado até aqui. Este caminho me mostrou um outro mundo interessante que até então eu não havia conhecido de fato, mas que estava dentro de mim desde sempre, guardado entre as "caixinhas de Platão", congelado por razões que transcendem minha capacidade de entendimento. Mas posso dizer que chegou na hora certa.
A lista de projetos e sonhos para 2016 já está definida e planejada. Que venham os novos desafios para que eu possa compartilhar com vocês.
Que seja um ano de grandes conquistas a todos!
Assinar:
Postagens (Atom)
