sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Qual ferramenta usar?

Quanto mais pesquiso e leio sobre as ferramentas digitais disponíveis, mais dúvidas surgem à mente. Como saber qual ferramenta e em que momento usá-la diante de tanta variedade e de tão pouco tempo para exploração e aprofundamento em cada uma. Conforme vamos compartilhando e aprendendo, minha sensação de incapacidade de assimilação se torna maior. Gosto disto, pois me motiva a continuar aprendendo.

Este ambiente tecnológico é encantador, mas como vimos no primeiro artigo indicado sobre as TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), de Maria Elizabeth B. de Almeida,e José Armando Valente, e também na palestra do professor Antonio Ferro sobre o uso de tablet em sala de aula, as primeiras decisões a serem tomadas não estão relacionadas à escolha da ferramenta, mas sim, ao currículo proposto. Diante deste último, e com base nele, é que tomaremos a decisão de qual ferramenta poderá ser mais eficaz. Digo "poderá ser" porque há outros fatores a serem analisados concomitantemente, essenciais ao sucesso desta escolha, como, por exemplo, o perfil do aluno, recursos tecnológicos disponíveis, habilidades do professor (mediador) e ambiente escolar.

Dentre todos os fatores deste processo, o que mais que me encanta e está no centro de minhas ações é o aluno. Como mediadora sei que, se não souber “interpretar” o aluno e entender a sua essência, motivações e sua maneira de aprender, de nada me será útil qualquer ferramenta. Este é o desafio inicial da profissão do professor. 
Por outro lado, o aluno ganha autonomia quando seu desejo de aprender é maior do que o desejo de ensinar do professor. Ela está na sua auto motivação.


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